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17.7.05


[estou cansado. meu corpo como exaustor de mim mesmo. vou tentar alguma coisa mesmo assim. o bom é que se sair deformado aqui não tem espelho.]

é um dia de manhã. ninguém acorda.

passos: quem ouve? quem move?

árvores?

as portas abertas e lebres em sesta. o asfalto ferve a sola dos autocarros.

tudo parado.

fixo e farto.

apenas o som dos pés no espaço. as ruas todas se atarraxam nas cerdas da escova e crescem.

o homem que eu poderia ser anda a meu lado

mas não me reconhece.

[vazio,
desculpa a bagunça que não faço.
camacho.]

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