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22.8.05


SERINSTINTO

Um eu de crença cã
canida
incerto sobre osso aberto
e boca lida
livro do eu cão
ou outro eu livre
eu outro outro
eu larva
habitumor da língua língua escarpa

Andar na plena
frescar a têmpora pescada
olhatela delata cio
ócio que possuo
impede impera
pérola da nuca dela
ou dor que toma o âmago estômago
tumor de homem agorizonte
de homem eu
eu cio
cio eu cio
sigo cego
com a lâmina no céu
da boca ninando ela
canidescente
uivindo a noitraquéia
que úmida estremece

tudo tátil
até a última cortina
do meu desejo
12/01

[lembrando de um eu que era. depois pulverizado. e onde?]

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