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6.9.05


[uma confusão de doença e espera. era que não chega. e agora... desculpem a febre, não escrevo bem, sobretudo disso. mas é fruto. vale.]


o relógio marca minha febre. temporatura pulsamento.
deito por sobre o coração e não serve. exprimo contra a parede.
nada além dessa mancha de umidade.
sou eu?
coisa que não.
é um querer de mim que me arde.
durmo rápido demais e acordo com sono. não posso descanso.
como aos goles
bebo mastigando
alguém que não dilui.
suo tanto.
soco os cantos do crânio. não saio.
a descarga está quebrada.
a barra da blusa molhada, os lençóis não secam.
é tanto não que começo a achar que ganhei alguma coisa.
onde encontro?
é um lugar
(um ponto)
um pranto?
...
PFC


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